quinta-feira, 14 de junho de 2012




Aqui alguns ataques e defesas do Karate na forma de videios para os interresados.
Aula Pratica -

Aquecimento: Uma parte de alongamento e uma breve realização de alguns movimentos.

Parte Principal:  Luta do Saci - Os alunos em pé, segurando as mãos e somente com um pé no chão. O objetivo dessa atividade é desequilibrar o adversario, fazendo com que ele coloque seu pé que estava no ar no chão. Luta do Sapo: Os alunos de cocaras, tentarão desequilibrar o adversario, o objetivo é fazer o adversario colocar as mãos no chão. Luta do Jacaré: Os alunos ficaram deitados com uma leve flexão de braço, o objetivo é tentar derrubar o seu adversario.


domingo, 3 de junho de 2012

E uma das mais esperadas lutas de boxe teve seu resultado definido neste fim de semana em Punta del Este no Uruguai. A luta entre o ex-tetra campeão mundial Acelino POPÓ Freitas contra o Invicto e atual campeão Latino dos Pesos Médios do conselho mundial de boxe, Michel de Oliveira, foi uma das lutas mais esperadas dos últimos tempo, pois marcava o retorno do nosso Rock Balboa brasileiro, Popó. E como no filme Popó mostrou que não importa a idade para se ter força de vontade e dedicação.Em uma luta difícil,o baiano triunfou no fim do 9º round, após conseguir dois knockdowns. Com mais essa vitoria o Campeão encerra sua carreira com 39 vitorias em 41 lutas, enquanto Michel de Oliveira perdeu sua invencibilidade, após 16 triunfos.


Segue abaixo o vídeo da luta:



quarta-feira, 30 de maio de 2012


Psicologia do Esporte
    O Esporte e a psicologia começaram a ter uma relação mais profunda no final do século XIX, quando os pesquisadores começaram a se aprofundar nos aspectos psicofisiológicos sobre as atividades físicas e esportistas (GOULARD, 2003).
Com os avanços de novas pesquisas proporcionaram à psicologia do esporte o suporte necessário para atuar no cenário esportivo competitivo tendo como objetivo auxiliar técnicos e atletas nas dificuldades psicológicas e sociais, a fim de encontrar segurança e autoconfiança trazendo melhor rendimento nas competições (RUBIO, 2000).
       A psicologia do esporte é uma ciência que estuda as condutas e os processos psicológicos de atletas, ela persiste em conhecer e melhorar as condições internas do praticante esportivo, com propósito de aperfeiçoar o potencial físico, técnico e tático, adquiridos durante processo de preparação. Segundo o objetivo e meta do treinamento psicológico é a modificação dos processos e estados psíquicos, portanto estão ligados à obtenção do mais alto nível de preparação psicológica para as atividades (CARBALLIDO, 2001).
A aplicação das técnicas que a psicologia do esporte disponibiliza aos atletas e treinadores para desenvolver sistematicamente o máximo de rendimento, se volta a um objetivo comum, porém dificilmente são empregadas corretamente, com característica científica. A função psicoeducativa dessas técnicas é buscar tornar possível e tangível a integração mente-corpo por meio da aquisição de habilidades psicológicas. A importância da preparação psicológica está em acelerar os processos naturais de desenvolvimento das qualidades psíquicas e propriedades da personalidade mais relevantes aos esportistas (BURIT, 2001)
Ansiedade pré-competitiva em atletas de Lutas.
O estresse e a ansiedade tem sido a causa de muitos transtornos psicológicos em atletas de lutas,  quando em período de competição o competidor entra na disputa, podendo ter cargas maiores de estresse e ansiedade, principalmente pouco tempo antes de encarar o adversário, trazendo problemas psicológicos.
    Mas poucos são os estudos que analisam esse tema focado nos esportes de combate. A pesquisa da qual se trata este artigo, se torna relevante pelo propósito de abordar o tema de forma geral e especificamente em atletas que praticam esportes de combate. Foram utilizados estudos sobre psicologia do esporte como referência para verificar como funciona a ansiedade pré-competitiva.
    Reconhecendo todo o processo psicológico a que a maioria dos atletas é submetida antes de competir, podemos analisar com clareza os benefícios que a ansiedade pode trazer se for moderada e auxiliar na compreensão por parte do atleta, mostrando os malefícios que ela causa. Sendo assim, a partir do entendimento é possível conseguir um autocontrole através de treinamentos específicos, utilizando esse estado emocional para impulsionar o competidor.
O elemento cognitivo é associado a emoções negativas sobre o rendimento esperado, como preocupação. Segundo Martens (1983, p.38) a ansiedade cognitiva e a autoconfiança representam fins opostos de uma avaliação cognitiva, sendo a ansiedade cognitiva vista como falta de autoconfiança. Martens (1990) entende que o rendimento cai quando a ansiedade cognitiva aumenta, produzindo efeitos negativos nas atividades esportivas que requerem maior concentração, estratégia e agilidade psicomotora.
 Gould (1982), analisou a ansiedade no contexto esportivo e concluiu que é um dos fatores mais importantes com que se confrontam investigadores no comando da psicologia esportiva. Os complexos objetivos dos esportistas profissionais, segundo, implicam na vitória, muitas vezes estabelecida pelo ego e suas motivações podem se basear na realização de uma satisfação narcisista. Algumas vezes, a busca desses objetivos pode ser considerada como uma estrategia adaptativa para combater uma situação de ansiedade determinada por um ego carente de autoafirmação.
  A ansiedade pré-competitiva é decorrência de um desequilíbrio entre a percepção das habilidades e as demandas do ambiente esportivo. Quando estas demandas estão equilibradas com as capacidades, esta experiência de agitação é saudável e benéfica para o desempenho do atleta na competição. No entanto, se as habilidades do competidor extrapolarem os desafios da luta, sua excitação decresce, resultando em ausência de motivação.
 Mas nem sempre a ansiedade induz a desempenhos ruins. Na verdade, pode ser um sinal de que o atleta está preparado para competir, que está no nível mental da excitação positiva. Se o esportista tem pensamentos duvidosos sobre suas habilidades ou foca em sua mente fatores que estão além do seu controle, isso é sinal de que está passando do estado de excitação positiva para o de ansiedade negativa. Se ele está nervoso, mas ainda assim confia em suas habilidades, é sinal de que está preparado para enfrentar o oponente, sem influências psicológicas no seu desempenho.
Os fatores psicológicos que enfrenta o atleta do esporte de combate podem afetar seu rendimento, quer seja no processo de treinamento ou competição. O atleta de combate está exposto a esses fatores de ansiedade, pela ânsia de testar-se e enfrentar-se em contato direto outro adversário. O atleta deve estar preparado psicologicamente para suportar inteligentemente a agressão de seu oponente, fazendo com que a ansiedade de ter que aplicar golpes, não atrapalhe no seu desempenho da luta.


Preparação Psicológica
O termo preparação psicológica se refere à totalidade dos métodos, medidas e meios que influenciam direta ou indiretamente os esportistas, fortalecendo suas reações, qualidades e atitudes necessárias para o treinamento bem orientado.
O trabalho de preparação psicológica atua com base na conscientização da mente pelo controle das emoções e é a área mais complexa do Treinamento Desportivo, pois o atleta será treinado para reagir positivamente aos estímulos psicológicos que surgirão, por vezes de modo imprevisto, nas situações de treinamento e competição.
Todo programa de treinamento objetivando melhorar o nível de desempenho de atletas precisa incluir o treinamento de variáveis psicológicas. O atleta de elite sem preparação psicológica adequada, que lhe permita comportar-se bem sob pressão, competir com dor, ter persistência, ter sentimentos positivos, concentrar-se, sentir-se confiante e tranquilo, terá poucas chances de alcançar bons desempenhos.
Atualmente, nas competições de alto nível, as habilidades esportivas de diferentes lutadores praticamente se igualam, tendo seu diferencial na preparação psicológica de cada atleta. Cientes dessas informações, podemos afirmar que os atletas de modalidades de combate precisam mais do que alto nível de treinamento físico e técnico-tático, necessitando estar bem preparados, também, psicologicamente.

REFERENCIAS
WEIMBERG RS, GOULD D. Psycologie du sport et de l’activité psyque, Paris: Vigot, 1997.
MARTENS, R, VEALEY RS, BURTON D. Comparative anxiety in sport. Chapaign: Human Kinetcs Publisher, 1990
GOULD D, ECLUND RC, JACKSON AS. 1988 US Olympic Westring excellence; I. Mental preparation, precompetitive cognition and affect. Sport Psychologist 1992; 358-362.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Atividade Prática - Aula 29/05

ATIVIDADE: SUPER HEROES

OBJETIVO: Aquecimento
IDADE: Fundamental I

Discrição da Atividade: Essa atividade tem como finalidade o aquecimento pré-treino ou aula de Karatê. O professor ira definir golpes para que as crianças executem, cada golpe terá o nome de um herói, por exemplo: Soco = Super Homem; Defesa Baixa = Wolverine. O professor vai dar o comando para que as crianças comecem a correr em volta do tatame, então ele ira falar o nome do personagem, quando isso acontecer as crianças devem fazer o golpe de acordo com o personagem dito pelo professor.

Observações: Essa atividade pode ser feita com varias movimentações desde correr em volta do tatame em dois apoios, em quatro apoios, correr de costas. Ao invés de dizer o nome do personagem, o professor pode trazer o desenho do personagem e ao invés de dizer apenas erguer o desenho para que as crianças executem o movimento. Outra opção para tornar a aula mais divertida é o professor vir vestido de personagem, de um herói para ter a atenção das crianças.

domingo, 15 de abril de 2012

Special Judô Fitness Test - Aula do dia 11/04/2012



Avaliação Física e Preparação de um Judoca.

A avaliação constitui uma das principais fases do processo de treinamento do judoca. Com a avaliação é possível registrar as condições iniciais do judoca, a distância do estado ideal, confirmar se o treinamento está sendo eficaz e se os resultados esperados foram alcançados. Enfim, permite melhor adequação da carga de trabalho a ser prescrita. Para tal avaliaçãpo existe um teste específico para os judocos, o Special Judô Fitness Test (SJFT) proposto por Sterkowicz (1999), 

Special Judô Fitness Test (SJFT)

O SJFT é um teste prático e objetivo que faz aferições ao número de arremessos em tempos fixados (15s, 30s, 30s) e da freqüência cardíaca (FC). Para se calcular o índice, soma-se a FC final e a FC após 1 minuto do indivíduo e divide-se pelo total de arremessos realizados. Quanto menor o índice, melhor o condicionamento.o SJFT é um dos poucos testes específicos validados à modalidade, que conta, entre outros fatores, com movimentos específicos do judô e a facilidade de aplicação no próprio local de treinamento.

História e Filosofia do Judo


Tudo começou em 1882, com Jigoro Kano.O estilo de luta que hoje em dia denominamos como Judô foi idealizado no ano de 1882. Um jovem de 23 anos chamado Jigoro Kano fundava o Instituto Kodokan, que veio a se tornar a Meca dos ensinamentos sobre esta arte marcial.Com milhares de praticantes e federações espalhados pelo mundo, o Judô se tornou um dos esportes mais praticados, representando um nicho de mercado fiel e bem definido. Não restringindo seus adeptos a homens com vigor físico, e estendendo seus ensinamentos para mulheres, crianças e idosos, o judô teve um aumento significativo no número de amantes desta nobre arte. O Judô tem como filosofia integrar corpo e mente. Sua técnica utiliza os músculos e a velocidade de raciocínio para dominar o oponente. Palavras ditas por Mestre Kano para definir a luta: "arte em que se usa ao máximo a força física e espiritual". A vitória, ainda segundo seu mestre fundador, representa um fortalecimento espiritual. Nas academias, procura-se passar algo mais além da luta, do contato físico. Para tornar-se um bom lutador, antes de tudo, é preciso ser um grande ser humano. Através de Eisei Maeda, por volta de 1922, o Judô surge no Brasil. O Conde de Koma, como também era conhecido, fez sua primeira apresentação no país em Porto Alegre. Partiu para as demonstrações pelos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo, transferindo-se depois para o Pará, onde popularizou seus conhecimentos da nobre arte. Outros mestres também faziam exibições e aceitavam desafios em locais públicos. Mas foi um início difícil para um esporte que viria a se tornar tão difundido.           Um fator decisivo na escalada do Judô foi a chegada ao país de grupo de nipônicos em 1938. Tinham como líder o professor Riuzo Ogawa e fundaram a Academia Ogawa, com o objetivo de aprimorar a cultura física, moral e espiritual, através do esporte do quimono. Daí por diante disseminaram-se a cultura e os ensinamentos do Mestre Jigoro Kano e em 18/03/1969 era fundada a Confederação Brasileira de Judô, sendo reconhecida por decreto em 1972. Hoje em dia é ensinado em academias e clubes e reconhecido como um esporte saudável que não está relacionado à violência.Esporte Olímpico de grande prestígio e muito disputado, tem no Brasil um "celeiro" de bons lutadores, fazendo o país ser reconhecido e admirado internacionalmente, inclusive no Japão. Por ser um esporte de triunfos nacionais, tem "sua marca" associada ao sucesso.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Trabalho de Lutas


Exercício 4 – Conquista de Território

Atividade – Conquistando o adversário
Objetivo – Ataque (agarre, desequilibrar) Defesa (livrar, resistir)
Numero de alunos – O quanto tiver na turma
Materiais – 2 Cordas


Descrição da Atividade – A turma será dividida em homens e mulheres, esses formando duplas entre si. Cada um ficara em um lado da corda e entre essas cordas haverá um espaço de combate. O objetivo do jogo é dentro do espaço de combate, arrastar o adversário para o seu próprio campo.




Relatório Aula prática.


AULA DO DIA 04/04/2012

Atividade 1 - (aquecimento) os alunos devem correr pelo tatame  em direções variadas e depois lateralmente.
Atividade 2 - Um aluno é designado para ser o pegador (cachorro) e deve ficar na posição de 6 apoios, os demais devem fugir, o objetivo do aluno pegador (cachorro) é derrubar os demais alunos para que este passem também a serem pegadores

Atividade 3 - Os alunos posicionam de uma lado do tatame e devem atravessar ate o outro lado apenas rastejando de barriga para baixo.

Atividade 4 -  Idem ao anterior, mas os alunos devem rastejar com as costas no chão.

Atividade 5 - Alunos abaixados com uma perna a frente da outra e com o braço contrario a perna da frente devem realizar como se fosse passar o braço por baixo da perna, realizando um rolamento.

Atividade 6 - Idem ao anterior, mas realizando o rolamento em pé.

Atividade 7 - Os alunos formavam duplas, um ficava encolhido abaixado no tatame, enquanto seu colega deveria sentar nas suas costas e escorregar para tras, realizando um rolamento.

Atividade 8 - Idem ao anterios porém os alunos poderiam realizar o rolamente em pé sendo para frente, para trás, dando estrelinha, etc.

Atividade 9 - A professora ensinou técnicas de projeção para os alunos, sendo de perna, quadril e braços, em um primeiro momento os alunos realizam a projeção sem realizar a queda do colega, em um segundo momento é realizado a queda.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Relatório Aula Prática


AULA DO DIA 27/03/2012

Atividade 1: Alunos correm em varias direções, estando dois a dois cada uma segurando na manga do colega.

Atividade 2: Alunos continuam segurando um no outro, e sentados realizam uma gambalhota para frente. 

Atividade 3: Alunos continuam segurando um no outro, em pé, correm em círculo, ao sinal da professora devem sentar o mais rapido possivel, ou ficar de barriga pra cima, para baixo, trocar de lado, conforme a fala da professora.

Atividade 4: Alunos dois a dois, com uma mao segurando na manga do companheiro e a outra na parte peitoral do kimono ou do moleton. Os alunos deveriam tentar deslocar o seu colegapuxando para frente a mao que segurava na parte peitoral do kimono ou moleton e puxando para fora a mao que segurava a parte debaixo da manga, procurando derrubar o colega.

Atividade 5: A professora ensinou técnicas de imoblização para os alunos.

terça-feira, 20 de março de 2012

Relatório aula prática.


JOGOS DE OPOSIÇÃO

Aquecimento geral: Foi feita uma brincadeira lúdica de "Mãe aranha". Um dos alunos tinha que ficar no chão e para se movimentar só podia usar 4 apoios (mãos e pés), quando esse aranha pegar algum dos seus colegas esse colega se junta a ele virando outra aranha e ajudando ele a pegar o resto da turma assim sucessivamente até pegar toda a turma. A brincadeira foi realizada duas vezes e na sequencia uma variação dela que era "Mãe saci". Agora o aluno que pega só pode se mover pulando com um pé quando ele pega alguém esse alguém ajuda ele a pegar os demais. 
Os dois exercícios são de rapidez e atenção que também são características de jogos de oposição. Logo após foi feito o aquecimento neuromuscular.

Primeira Atividade: A turma foi dividida em duas equipes, uma equipe de roupa escura e outra com roupa clara. Agora a aula tem seu foco em alguns jogos de oposição uma bola é colocada no meio do tatame e dois círculos um em cada lado do tatame, o objetivo é pegar a bola e levar até seu circulo fazendo o "gol" sem ficar em pé e sem que seu colega consiga pegar a bola e fazer o gol dele. Nessa brincadeira temos que bolar uma estratégia algumas táticas tanto de defesa quanto de ataque usando o toque a pegada tentando bloquear seu adversário resistindo a defesa dele livrando-se ou esquivando até realizar seu objetivo. Logo esse jogo era de conquista de objetivo. Para escolher os ditos adversários cada aluno do grupo foi numerado sequencialmente até todos receberem uma numeração. A professora gritava um número e a dupla ia em direção a bola e começava a disputa. 
Segunda Atividade: O jogo se resumia a conquista de território. Uma equipe em cada lado do tatame e uma bola no fundo do lado de cada equipe. O objetivo era invadir a base do inimigo, conquistar a bola no fundo do tatame e levar até o seu lado. Assim como no exercício anterior, há a necessidade de uma estratégia e varias aptidões físicas são utilizadas durante ambos os exercícios tais como: resistência aeróbica, força, velocidade.

Terceira Atividade: Essa atividade era em duplas onde os alunos estão em decúbito ventral com quatro apoios e o objetivo é desequilibrar o seu oponente acertando golpes abaixo do cotovelo. Uma variação desse mesmo exercício, cada um vai segura uma das pernas de seu colega ficando os dois juntos com apenas uma perna no chão cada um e tentando desequilibrar seu parceiro sem cair com ele. Esse é um jogo de desequilíbrio obviamente.
Ao final da aula foi feito o relaxamento para a volta a calma.

Relatório aula prática.


- Classificação sobre Origem
Ocidental: capoeira e boxe
Oriental:  judô e karatê


- Classificação sobre distância:
Curta: lutas de domínio (judô) 
Média: lutas como o Karatê 
Longa: Lutas que  usam armas ( esgrima). 

-Classificação sobre Ação Motora:

Percussão : lutas de média distância, o objetivo é golpear o adversário através de socos e chutes.  Muay thai
Domínio:  lutas de curta distância, o objetivo é agarrar o adversário e fazer com que eles por meio de quedas perca a luta. As lutas de domínios passam boa parte do tempo sendo disputadas no chão.
Exemplos: Jiu Jitsu e Judô
Mistas: São lutas de percussão e domínio juntas. Objetivo é o nocaute por meio de socos e chutes (percussão) e/ou finalização por meio de chaves e estrangulamentos (domínio).

Atividade  – Aquecimento

ü  Atividade de percussão – média distância – caminhada pelo tatame e ao comando de voz da professora tocar uma parte do corpo do colega sem que deixar que toquem em você.

Atividade  – Socialização

ü  Alunos posicionados no tatame em fileiras, um por vez deve falar seu nome e fazer um movimento qualquer.

Atividade  – Toque em duplas

ü  Atividade de percussão – média distância – em duplas tocar parte do corpo do colega, que a professora escolhe, sem deixar que o toque.

Atividade  – Pegar a bola

ü  Atividade de domínio – curta distância – dois alunos de costas sentados apoiados em uma bola, ao sinal da professora, tentar segurar a bola e evitar que esta seja retirada de sua posse, sem ficar sob 2 apoios.

Atividade  – Queda

ü  Atividade de domínio – curta distância – Objetivo é fazer com que o colega encoste as costa no chão.

Atividade – Bola no gol

ü  Atividade de domínio – curta distância – alunos separados em 2 fileiras sendo enumerados, cada fileira de 1 a 14. Ao comando de voz da professora, ela grita um numero e os dois alunos correspondentes, sem fica em pé, vão até o centro e disputam uma bola que deverá ser passada por dentre os gols improvisados com calçados dos próprios alunos.

Atividade  – Relaxamento

ü  Caminhar pelo tatame, alongamento.

DIFERENÇA ENTRE ARTE MARCIAL, ESPORTES DE COMBATE E TÉCNICAS DE AUTODEFESA.



    Arte Marcial: As Artes Marciais são sistemas codificados de estilos de luta ou treinamento, em combates armados ou não, sem o uso de armas modernas, como as de fogo; envolve filosofia, concentração e disciplina; está relacionada à cultura de um povo. Contrariando a crença popular, as artes marciais não são um fenômeno estritamente asiático e ocorrem em quase todas as culturas, em todas as classes sociais e ao longo de todos os períodos históricos. O termo em inglês “martial arts” foi traduzido do japonês “bu gei” or “bujutsu”, ou do chinês “wu shu”, que significam “a arte da guerra”.

    As Artes Marciais não deixam de trabalhar também com conceitos de Defesa Pessoal, mas pelo fato de a grande maioria ser bastante antiga, a defesa pessoal chega a ser um pouco obsoleta. Uma Arte Marcial pode inclusive não ser utilizada esportivamente por focar em técnicas mortais com uso de lâminas, golpes nos olhos, testículos, quebramentos. Caracterizadas pelo zelo com o condicionamento físico, e pelo treinamento “virtual” (combate simulado sozinho) denominado formas, katás, etc. Ex: Kung Fu, Karatê,  Judô, Taekwondo.

    Esportes de Combate: Podem ou não ser artes marciais com objetivo de pontuação para lutas esportivas com regras para preservar a vida e a integridade dos praticantes. A maior parte dos Esportes de Combate é originada do ocidente (Grécia, Roma, etc), e não se utilizam de nenhuma “arma branca” (exceção ao esporte olímpico da esgrima!). Existe também o treinamento “virtual”, denominado “Sombra”. Não trabalha necessariamente os conceitos de “defesa pessoal” (desarmamento, trabalho com faca, etc.), todavia têm demonstrado ser uma modalidade mais eficiente quando da sua requisição enquanto tal devido ao dinamismo e simplicidade de seus conceitos e golpes. Ex: Muay Thai, Luta Greco-Romana (Luta Livre), Boxe, entre outras. Com exceção do Muay Thai (que é um intermediário entre Arte Marcial e Esporte de Combate), não existem hierarquias de aprendizagem (faixas).

    Defesa Pessoal: Autodefesa não é o mesmo que lutar. Em uma luta você e seu adversário sabem que lutarão, e sabe que existem regras que devem ser obedecidas. Na luta você está ali por vitória, na autodefesa é sua segurança pessoal que está em jogo! Na autodefesa você tem que aprender a capacidade de explosão surpresa, de reação automática.

    Os sistemas de Defesa Pessoal são, em geral, uma “extensão” das Artes Marciais, mas não trabalham tanto filosofia e disciplina. As técnicas de defesa pessoal incluem trabalho com facas, desarmamentos, lutas contra vários oponentes, lutas com bastões e tonfas, etc... Ao contrário das duas categorias anteriores, não existem campeonatos ou eventos equivalentes de disputa entre oponentes.

    A definição legal e moral de autodefesa expressamente limita o grau de força para o mínimo que podem ser utilizados para evitar, interromper, ou escapar de uma agressão e caracteriza pela exclusão de ilicitude ou de antijuridicidade, ou seja, quem age em legítima defesa não comete crime. A legítima defesa é prevista no art. 23 do Código Penal Brasileiro; é a defesa necessária utilizada contra uma agressão injusta, atual ou iminente, contra direito próprio ou de terceiro que inclui sempre o uso moderado, proporcional e necessário.

    O fato de eventualmente estar treinando uma Arte Marcial não lhe condiciona a reagir a uma situação de violência ou agressão súbita, inesperada, seja uma briga de rua, uma tentativa de estrupo, um assalto, etc. Esse condicionamento só pode ser adquirido adequadamente com TÉCNICAS DE AUTODEFESA.

    Combate esportivo todo mundo sai vivo; combate real, muitas vezes, nem mesmo o vencedor sai vivo. Saber proteger a própria integridade física quando ameaçada é um dever de cada um de nós, porém aprender a avaliar as situações que colocam a própria vida em risco é um fator importantíssimo para tomar a decisão mais apropriada.

    Autodefesa não é uma Arte Marcial, não é um evento Desportivo.

    A Autodefesa tem alguns fundamentos que a distingue das outras duas categorias acima mencionadas:

1) Não é esportiva, e não existem campeonatos.

2) Os golpes são simples, diretos (em geral com as mãos, e os chutes apenas até a altura das coxas).

3) As torções, estrangulamentos, etc. são simples, fáceis de aprender.

4) Os alvos costumam ser os pontos vitais do agressor, ouos pontos frágeis do corpo humano, objetivando causar; estrangulamento, nocaute, fratura, hemorragia (interna e externa), dor aguda, incapacitação temporária.

5) É admissível o uso de qualquer instrumento ou objeto como arma, alavanca, etc.


Resenha: Ensino das lutas: dos princípios condicionais aos grupos situacionais.

             Com base no artigo em que foi lido pelo propósito de discutir os princípios condicionais, a luta e suas diferentes formas. Artigo esse que é oriundo da dissertação de Mestrado da autora GOMES, Mariana Simões Pimentel, onde a autora aborda que várias foram as tentativas de se classificar as lutas e aponta um modelo que foi proposto por C. Bayer em 1994 em seu livro “O Ensino dos desportos Coletivos.” 

             Este modelo consiste em definir 5 princípios condicionais que pudessem orientar o estudo e analise dos dados de sua pesquisa pois são denominadores comuns de todas as modalidades. São eles:

Contato Proposital: podem ocorrer através das mãos, punhos, braços, pernas. Esse princípio diz que tem que haver o contato para que a luta prossiga.

Fusão Ataque/Defesa: este princípio diz que para todo ataque tem que haver uma defesa, e que para que se tenha a luta o ataque e defesa tem que estar presentes. Podendo muitas vezes utilizar das duas ao mesmo tempo.  

 Imprevisibilidade: este princípio trata da forma que os lutadores vão reagir aos golpes sofridos, não há como saber de que forma o adversário vai atacar, assim como ele não tem como sabe que se forma o oponente irá se defender.

Oponente(s)/Alvo(s): o oponente é aquele que irá atacar e defender, aquele que deverá ser vencido.

Regras: as regras existem para validar as lutas, e elas têm que ser seguidas para que se ocorra os embates. Nelas há tudo o que é permitido e tudo o que é proibido.

           Tendo base nestes 5 princípios e algumas pesquisas realizadas com diversos lutadores selecionados a autora definiu método para a separação de lutas em suas determinadas categorias. Estes critérios são algumas das formas que os lutadores se comportam durante suas respectivas lutas.

Distância Curta: espaço praticamente nulo entre os lutadores fazendo a necessidade de contato direto para atender a finalidade da luta.

Distância Média: espaço moderado entre os lutadores, o contato serve como um finalizador.

Longa Distância: é definida pela presença de um implemento. O espaço é fundamental para a luta ocorrer e o contato também é um finalizador.
        
    As lutas sendo orientais ou ocidentais, são organizadas de acordo com seu objetivo de combate, distancia entre oponentes, tipo de contato, ações motoras e o tipo de meta, essas subdivisões podem nos auxiliar na escolha do ensino e sua metodologia.
Conforme o artigo podemos citar as classificações atribuídas as lutas por ESPARTERO (1999):
- Esporte de lutas com agarre: onde o agarre é o objetivo comum e projetar o oponente ao solo.

- Esporte de lutas com golpe: que é subdividido de acordo com o golpe, por exemplo: golpe apenas com punhos, apenas com as pernas  ou o conjunto.

- Esporte de lutas com implemento: onde se toca o adversário com um implemento, como por exemplo a espada.

    A partir das considerações citadas acima, quanto aos princípios condicionais, as formas e situações na dinâmica da luta, podemos contextualizar melhor esse universo, entendendo que a aplicação na escola são múltiplas uma vez que promove o desenvolvimento do aluno.

Referências: GOMES, et al. Ensino das lutas: dos princípios condicionais aos grupos situacionais. Campinas 2010. 


terça-feira, 13 de março de 2012

Resenha - Lutas, artes marciais e esportes de combate: possibilidades, experiências e abordagens no currículo da educação física.

A luta é uma das mais antigas culturas existentes no mundo. A luta é executada de varias formas, e varia de acordo com países e culturas. Ela é aplicada de varias formais desde torneios,preparação militar, códigos de conduta, esportes e alem de ser uma forma de educação.
Antigamente nos tempos medievais a luta tinha como principal função auxiliar militares nas guerras, sendo quase indispensável nas mesmas. Mais com o passar do tempo e com a evolução das armas de combate ela foi perdendo espaço e se tornando cada vez menos importante no espaço de guerra. A luta atualmente é aplicada em vários âmbitos, seja eles, escolares (no aprendizado), em clubes e academias como forma de bem estar e saúde ou mesmo na performance o esporte em si. Os cursos que formam profissionais através do ensino superior devem trabalhar em cima destes âmbitos seja na parte da licenciatura (educação, escola em si) como na parte de Bacharel (a parte do treinamento de rendimento).
A varias criticas a lutas no ensino superior, mais a principal delas destacada pelos autores é que algumas instituições se limitam ao ensino de apenas uma modalidade de luta visando ensinar apenas alguns movimentos, restringindo assim o leque de opções dentro dos aspectos da luta, seria muito mais produtivo ensinar como a luta pode auxiliar e intermediar nas buscas de seus planos e projetos dentro da educação física.
A luta auxilia no desenvolvimento motor, cognitivo e também na aquisição de valores. Mais para isso os profissionais de educação física devem conhecer conceitos, ampliar o leque de ambientes em qual vão trabalhar em cima das lutas e ter em mãos a didática necessária para poder transmitir a importância, cultura e origens das lutas e não apenas restringindo-se aos movimentos técnicos da mesma.



Referencia:
DEL VECCHIO, F. B.; FRANCHINI, E. Lutas, Artes Marciais e Esportes de Combate: Possibilidades, Experiências e Abordagens no Currículo da Educação Física. In: SOUZA NETO, S.; HUNGER, D, 2006.